HEROVIDEO 17: Dragon Ball Z live action fanmade


Bulma e Goku live action

Para quem esperava o trailer live action fanmade que prometia ser uma adaptação fiel e incrível a Dragon Ball Z e se decepcionou. Para quem esperava que Dragonball Evolution fosse melhor, eu lhes apresento o vídeo Runaways.

Pegando o primeiro episódio do anime Dragonball, apresenta Bulma e Goku, ao melhor estilo Mortal Kombat Legacy: realista e ampliado.

Por: Dr. M. Barreto

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Dragon Ball trilogia: Entenda a origem dos nomes dos personagens


Dragon ball goku e guerreiros z

Dragon Ball Z é um anime/ mangá dos mais populares do mundo mesmo e os nomes de seus personagens e objetos estão na boca do povo… de todos os povos. O que pouco sabem, ou se perguntam, é de onde Akira Toriyama retirou tantos nomes. Facil: quase todos são de lendas orientais, comidas ou roupas! O post de hoje, listará alguns deles.

Son Goku = Son Wukong da secular lenda chinesa de Sayuki;

Gohan = Arroz em japonês;

Goten = “ten” é céu e Go é do inicio dos nomes da família Son;

Shenlong = Literalmente “Espírito do Dragão”, é uma entidade mitológica que controla aspectos do clima.

Bulma = Calcinha em japonês. A família de Bulma toda tem nomes baseados em roupa intima;

Vegeta = Vegetable… vegetais em inglês;

Table = Irmão é o complemento do nome de Vegeta…;

Kakkarotto = Carrot (cenoura em inglês) dito por um gago…;

Trunks = short de ginástica japonês;

Kuririn (ou Kulilin ou Kurilin ou Krillin) = Castanha em japonês;

Tienchin Han (ou Tenchin Han) = Como os japoneses chamam um prato chinês “tien chun fan”, uma espécie de arroz frito. Ou como eu achava, em inglês: Dez queixos de presunto;

Chao-zu (Chaoz): Vampiros chineses;

Yamcha: Palavra cantonesa para uma bebida à base de chá escuro.

Lanchi: De “lunch”, almoço em inglês.

Oolong: O nome é baseado num chá especial chinês chamado “Wulong”.

Pual: Nome de uma variedade de chá semi-fermentado.

Shuu e Mai: “shao-mai”, um bolinho de carne cozido a vapor.

Pilaf: Vem de um trocadilho com a palavra turca “Pilav”, um tradicional prato de arroz temperado.

Bra = Sutiã em japonês;

Piccolo = um pequeno tipo de “flauta doce” ou pequeno em Frances;

Nappa =  Assim os japoneses chamam os repolhos chineses;

Dendê: Uma brincadeira com a palavra japonesa “denden-mushi”, nome de um pequeno molusco.  Não tem a ver com o nosso óleo, infelizmente…;

Freeza: Vem de ”Freezer”, refrigerador ou congelante;

Ginyu: Vem do japonês “gyunyu”, que significa leite;

Rikoom: Uma brincadeira com a palavra japonesa “kuriimu”, como os japoneses falam “cream” ou creme;

Bahta (Butter): Trocadilho com a palavra “butter”, manteiga em inglês;

Dodoria: Um prato japonês com queijo, conhecido como “doria” falado por um gago.

Zabon: Uma brincadeira com o nome de uma fruta japonesa, “zabon”, ou “Pomelo” em inglês.

Brief: Como é chamada a cueca no Japão.

Chi-Chi: Gíria japonesa para dizer seios.

Cell: Célula em inglês.

Mr. Satan: Não vem de Satã, mas um anagrama de Santa de Santa Claus (papai Noel). Tanto que as zoações com morceguinhos e afins, só vieram depois de um tempo quando Akira percebeu seu ato falho.

Videl: Anagrama de Devil, também parte da zoação acima;

Baby = de Babe, bebê em inglês;

Garlic Jr = Alho em inglês; os nomes de seus subordinados também tem origens em condimentos…

O que achou? Sabe mais algum? Conte-nos!

Por: Dr. M. Barreto

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Crônicas Dragonball Evolution: Lord Piccolo


Lord Piccolo dragonball evolution

Por: M. Barreto

 

 

Inicio de 2008. Pânico, histeria, medo, sofrimento, surpresa, mistério. Um filme de terror? Não. Era Dragonball ganhando a tela grande. A lenda ganha vida. Justin Chatwin, um ilustre desconhecido, seria Goku. Mas e o vilão? Piccolo foi o escolhido como o primeiro antagonista. Mas quem poderia levar o Verdão para o cinema?

O vilão é mais do que o antagonista de um filme de aventura/fanstasia, ele é a máquina que move a estória. O que seria de Star Wars sem Darth Vader de James Earl Jones/David Prowse, não haveria nenhum filme se não houvesse Hannibal Lecter de Anthony Hopkins em Silencio dos Inocentes, e Batman – O Cavaleiro das Trevas nunca teria ido tão bem se não fosse o Coringa de Heath Ledger.

James Marsters não apenas encarou o desafio de interpretar o primeiro vilão da história cinematográfica de Dragonball, como se  empenhou em transformá-lo no centro das atenções do longa. Contudo, seria ele é a pessoa certa para fazer este papel?

Não apenas é o ator certo, mas talvez, o único que pode. James Marsters foi o ator que mais apareceu durante as filmagens, dando entrevistas e declarações. Talvez as suas aparições em programas de auditório mexicanos falando do filme que mostraram a quem acompanhava as notícias do filme o tom de “dessa vez é de verdade”. Revelou que a idéia original para Lord Piccolo era fazer um personagem sem maquiagem pesada e com personalidade mais próxima de um vilão pastelão. Entretanto, o embasado no fato de ser um fã confesso da série, assim como seu filho, o ator se impôs ao querer o vilão verde e como um verdadeiro vilão para o cinema deve ser.

Solidão. Essa é a palavra que se deve pensar quando se pensar em Piccolo. Ele está sempre flutuando por belas paisagens, mas não as contempla está sempre olhando para os pés” disse Marsters comentando sobre a natureza de seu personagem. Já perdi a conta de quantas vezes vi em Dragon Ball Z, Piccolo fazer isso no inicio das sagas. Sozinho num mundo distante do seu, sem saber o que é e quem é. 2000 anos (300 no original) preso e tudo continua ainda diferente dele. Só uma coisa ainda é constante: Seu poder!

Talvez a maioria não saiba, mas o Superman foi criado inicialmente como vilão numa revista chamada “The Reign of Superman” no qual o Ultimo Filho de Kripton dominava o mundo com mãos de ferro. Somente um ano depois, o personagem foi reinventado, e se tornou o maior herói da Terra num novo mundo criado pelos seus autores. Embora Kal-el de Kripton nada tenha a ver com o careca ditador Superman de TROS, Lord Piccolo sofre um processo parecido. De um ser sozinho exilado num mundo distante, passa a exímio lutador, e à um demônio conquistador insano, é preso e renasce sedento por vingança. Mas ao ser lembrado da bondade do coração humano, ele se torna novamente apenas um lutador disposto a enfrentar seres superpoderosos, sofrendo uma reformulação também, sendo que ainda na mesma história.

Com a fusão de Piccolo Daimaoh e Piccolo jr (Manhúnia) em um único personagem, Lord Piccolo, houve a simplificação do confuso processo de “semi-reencarnação” do nameckuseijin (nameck em algumas fases) no anime. A idéia é simplificar ao máximo as sagas para caber em 90 minutos de filme. Ademais, não deve haver, a principio, a inserção da figura de Kamisamma, logo o único ser verde a aparecer deve ser ele, talvez até mesmo dando a dica aos sete sábios de como criar as esferas do dragão. Será?

A controversa caracterização desse personagem foi feita utilizando muita maquiagem e a teórica mudança de tonalidade descrita por James Marsters e a que vimos nas primeiras imagens de Lord Piccolo para um verde claro quase branco desagradaram a maioria absoluta dos fãs e pesou muito contra o filme. Mas como prometido por Jim Masters, Piccolo apareceu bem verde (embora alguns “fãs” ainda reclamassem que parecia O Máskara) e sem antenas como já havia sido previsto (ou com duas antenas atrofiadas/coladas para alguns). O uniforme de Piccolo perdeu um pouco da essência Árabe, mas em compensação ganhou ares de armadura antiga como a que Deuses guerreiros usavam em lendas antigas (embora pareça mais com a roupa de Batman para alguns). E para os fãs Brazucas é valido lembrar que Luís Antônio Lobue será o dublador como no anime.

Assim como todo o filme, Lord Piccolo deve ser visto como um Piccolo de uma dimensão alternativa, alguém que guarda relação com o original sem sê-lo. Sinceramente, acredito que Piccolo seja até mesmo mais do que Goku, o motivo do acerto ou do fracasso de Dragonball Evolution. E como Marsters disse em uma entrevista e um amigo sempre disse, mesmo antes do ator: Ele veio para ser o bem e o mal!

Piccolo Dragonball evolution

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Crônicas Dragonball Evolution: Bulma Briefs


Por: M. Barreto

Linda, louca e genial. Essa é a melhor definição de Bulma. Segunda personagem a aparecer na série Dragonball, esteve com Goku por quase toda a vida. Com sua beleza encantou Yamcha e Vegeta, em suas loucuras queria pedir uvas ou morangos a Sheng Long e em sua genialidade inventou diversos apetrechos como a máquina do tempo de seu filho Trunks e o Radar do Dragão, o item que desencadeou toda a história.
Quando Emmy Rossum foi escolhida para viver Bulma, muito ficaram incomodados pelo fato dela ser ocidental, mas cabe ressaltar novamente que Akira Toriyama criou um mundo fantástico no qual não existem Ocidentais e Orientais, tornando esta uma discussão ridícula. Com o tempo, Rossum ganhou o carinho do público por ser uma das poucas pessoas que dava sinais de vida durante as filmagens, sempre atualizando as nossas fontes de notícias.
Tempos após o final das filmagens, surgiram as primeiras fotos de Emmy como Bulma. De início a maioria dos ditos fãs da série não gostaram das fotos pela presença de armas e pela ausência do cabelo azul, mas no final aceitaram o novo visual da personagem. Ora, se a idéia do filme é transportar o fantástico mundo de Dragonball para o mais próximo do real, seria incongruente colocar uma pessoa comum de cabelo azul! Perde a verossimilhança do filme. E para aqueles que acham que usar armas é novidade para Bulma, saibam que a jovem cientista usava muitas armas de fogo no início do anime/mangá, sendo então estranho para a maioria dos “fãs” que só assistiram a Saga Z/GT. Por curiosidade, até mesmo o guerreiro Yamcha já empunhou uma submetralhadora (embora não a tenha disparado) na luta contra Piccolo Daimaoh.
De mesmo modo que no original, Bulma encontrará Goku e os dois partirão em busca das esferas do Dragão. De seu lado inventivo podemos esperar o de sempre, o Radar do Dragão que possibilita a viagem com Goku e pelo menos uma cápsula, de onde surge uma potente motocicleta. Apenas cabe ressaltar que talvez Bulma tenha um pouco mais de ação do que no anime, visto a falta de personagens guerreiros como Kuririn e os outros para ajudar Goku em sua viagem.
Quanto à personalidade de Bulma, parece que Emmy realmente conseguiu capturá-la. Nos traillers sempre vemos Bulma com um ar de “não to nem aí” quando tudo está um caos à sua volta ou com caretas bisonhas que só mesmo poderiam vir da terráquea mais doida do universo de Dragonball. E como disse Rossum numa entrevista “Ela (Bulma do Evolution) é tudo menos normal”.
E das terras tupiniquins eu já posso adiantar que Tânia Gaidarji a dubladora clássica de Bulma foi quem dublou Emmy em Dragonball Evolution, sendo mais um fator que favorece a nossa receptividade.
Igual nunca poderia ficar, mas essa jovem e linda atriz que dará vida a nossa tresloucada musa fez com certeza o melhor para lhe dar a vida. De qualquer modo, estaremos todos prontos a dar grandes risadas de medo ou de alegria e gritar: This is Dragonball!!!

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Crônicas Dragonball Evolution: Mestre Kame


Mestre kame e Goku

Crônicas DBOF: Master Roshi

Por: Dr. M. Barreto

Quando um dos maiores atores do cinema oriental entra no projeto de filme, você diz “legal, vou ver” e com Dragonball não será diferente. Talvez para dar credibilidade, talvez para levar experiência ao filme, seja como for Chow Yun-fat é o grande ícone desse filme, com certeza a escolha de mais peso no live-action de Dragon Ball. Ele foi um dos primeiros a dar entrevistas falando de seu personagem e dizendo ter buscado inspiração lendo os mangas, realmente mostrou ser merecedor do título de “Mestre”

Embora possa se pensar ao contrário, Mestre kame, ou Master Roshi como está sendo divulgado (todavia Roshi quer dizer mestre em japonês, então seria algo como mestre mestre ou talvez mestre dos mestres, para quem gosta de inventar), é um personagem extremamente difícil de se adaptar ao mundo real, muito mais que Goku, Yamcha ou Bulma, por dois motivos: 1 – Sua aparência foi montada a partir do que se espera de um grande mestre de artes marciais, idoso e careca, misturada a suas marcas pessoais e elementos de descontração como o seu casco e sua camisa havaiana e os óculos escuros. o que o torna contraditório às vezes; 2 – Seu gosto nada convencional por garotas, inclusive por meninas menores.

A aparência de um senhor idoso, sábio, mas muito poderoso (imortalizado no cinema em Karatê Kid por Pat “Miagi” Morita) soa como um grande clichê em qualquer mídia, contudo ainda funciona. Mas Kame-senin não é um velho normal, ele possui paralisação do envelhecimento (juventude eterna?), o que talvez Akira Toriyama não tenha pensado antes de desenhar o personagem, descartando a possibilidade de sua aparência ser jovial, o que contrastaria com tanta experiência. Talvez tenha sido essa a visão que se teve para desenvolver o estilo de Master Roshi, no filme.

A camisa havaiana ainda está lá com uma foto de hentai estampando sua camisa interna, mas cadê o casco? Bem, como disse no filme ele é chamado de Master Roshi e não de Master Kame ou Kame Roshi, então podemos supor que talvez este não seja mais o mestre das tartarugas. Como assim? No intuito de dar coerência interna ao filme e não ter que explicar a fonte do nome Kame (Tartaruga em japonês), eles suprimiram esse fato da estória como fizeram com tantos outros pontos, entretanto o símbolo da tartaruga continua no uniforme de Goku, gerando muitas duvidas quanto a existir Kame ou apenas Roshi. Além disso ele não será careca e não usará os óculos escuros (pelo menos não o tempo todo como no original), o que o leva a um descaracterização ainda maior.

Outro ponto alterado em sua caracterização foi sua perversão sexual que deve ter sido atenuada ao máximo, para que não haja restrições tanto do ponto de vista moral quanto ao público alvo, pois mesmo que o filme seja para maiores de 18 anos (o que não deve mesmo vir a ser), é certo que as crianças irão assistir ao filme em DVD. Nada melhor que fazer de Roshi apenas um tarado comum, e não um impulsivo sexual, como o próprio Yun-fat revelou.

Mas quanto às lutas parece não haver muitas surpresas ruins. Master Roshi ainda parece ser o deus das artes marciais que conhecemos e adoramos. Treinará Goku e o ensinará o Kame Hame Há, e ao que parece terá uma luta contra Lord Piccolo aonde o veremos utilizando toda a sua força lançando rajadas de ki e talvez utilizando o bastão mágico. Com um bom trabalho coreográfico e com experiência em filmes de ação do Senhor Yun Fat, suas lutas prometem ser as melhores do filme, com exceção é claro da luta batalha final entre os protagonistas, Goku e Piccolo.

Em suma, Chow “Roshi” Yun Fat será um ator/personagem chave neste filme. Muito embora esteja descaracterizado fisicamente em relação ao original, tem o potencial para drenar a essência do personagem de uma forma, levando o nosso querido mestre em alto estilo para a tela grande.

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Son Goku Dragonball Evolution

Por: M. Barreto

          Quando Justin Chatwin foi escolhido para viver o Sayajin mais conhecido do mundo, muitos torceram o nariz por diversos motivos: cabelos, cor dos olhos, sua pouca experiência cinematográfica e seu físico pouco trabalhado. Porém, aqueles que observaram com atenção puderam perceber um potencial naquele jovem ator que vai além do comum. Justin possui uma fisionomia idêntica ao do herói, principalmente o Goku de 18 anos que ele vai representar, além de ter uma cara de tapado que só não é maior do que a de Michael “Ben” Emerson de LOST, o que o faz parecer ainda mais com o nosso querido macaquinho. Passando por seu treinamento na 87eleven e por um condicionamento físico, Chatwin agora exibe um físico um pouco mais apropriado a seu personagem. E ao que parece o seu estilo de luta será uma combinação de diversas técnicas de artes marciais, em especial o karatê e a capoeira.

         No intuito de simplificar o início de sua saga, Goku aparecerá com 18 anos freqüentado uma escola. Talvez seja o segundo ponto mais criticado de todo o filme até agora. Entretanto, pense bem, queremos ver realmente o início da estória do futuro patriarca da família Son igual ao que nosso mestre Akira Toriyama escreveu? No qual uma criança de 12 anos vive numa montanha sozinha e consegue bater em adultos e até em monstros. Tal qual a semelhança de Goku e Superman (ambos alienígenas, “últimos” filhos de seu planeta que chegam a Terra e se tornam seu maior defensor) criada para Dragon Ball, talvez não seja tão louco assim colocar Clark e Goku com versões adolescentes parecidas, embora no caso, Goku não vai tentar esconder sua força mas também, com toda a razão, não vai querer se mostrar “mais diferente do que ele já é”, afinal, o colegial é assim.

          Outro ponto de discórdia foi em relação ao uniforme de Goku, ou melhor, uniformes. Talvez por ignorância, muitos fãs ficaram decepcionados com o uniforme azul utilizado pelo ator, mas o que eles não sabem é que Goku usava um kimono azul antes de vestir o uniforme vermelho de Mestre Kame. Alias, o uniforme vermelho-alaranjado também foi alvo de críticas, pois não se apresenta totalmente fiel ao original, por possuir a calça azul-escura.

         Mas para alguns, questões muito importantes ainda não haviam sido resolvidas, como os cabelos de Justin nas primeiras fotos não oficiais não se parecerem nem um pouco com o de Goku. Mas, seria possível reproduzir o estranho cabelo de Goku no cinema? Bem que eles tentaram! Os cabelos de JC estão muito parecidos com o do filho de Bardock, com os seus famosos três pra lá e dois pra cá.

          Contudo, o cabelo é realmente tão importante? Tentar recriar por completo a imagem de Goku em Justin Chatwin seria realmente mais importante do que ver sua atuação? Irei até mais longe, seria a fiel adaptação de qualquer personagem de HQ/manga  algo realmente mais importante do que sua caracterização psico-histórica? Não que os dois não possam coexistir, mas fica difícil fazer algo de qualidade quando a aparência é de algo infantil, tosco, não sério. De mesmo modo, o uso de roupas comuns seria um pecado tão grave? Mesmo que ele esteja na escola e vista roupas normais, não quer dizer que ele seja normal, mas apenas que não é ridículo a ponto de ir para escola de kimono!

          Com certeza, mesmo com as duras críticas que recebeu, Justin Chatwin mostrou desde o início que se superaria e faria de Son Goku o seu melhor e maior personagem. Ainda é cedo para afirmar como ficará o personagem, mas são no mínimo curiosas duas passagens que  podem nos mostrar o quanto ele tem se esforçado para recriar o Goku: Logo que se reiniciaram as filmagens no início do ano, alguém na multidão que cerca o set de filmagem chamou “Goku!” e Chatwin respondeu com toda a naturalidade “o que foi!”; a segunda, é que seus próprios companheiros do filme, sempre relatavam que ele não saía do personagem nos intervalos das filmagens e brincava com eles ainda como Goku.

         Bem, pelo que foi divulgado até agora, este “novo” Goku que nos é apresentado é bem coerente com seu mundo (ao que chamamos de coerência interna) e ao mundo real (coerência externa), mas não sabemos até onde ele é fiel ao original. O que nos resta é esperar por mais informações sobre a atuação de JC e de sua real caracterização para Dragonball, pois só assim teremos a verdadeira dimensão do desastre ou do sucesso.

 Agora descontraia um pouco lendo: E se Dragonball fosse americano?

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Crônicas DragonBall Evolution: O Filme


Dragon Ball Evolution logo

Por: M. Barreto

 

Primeiramente, devo informar que as informações aqui contidas advêm apenas de fatos concretos sobre o filme, sem a mescla de boatos infundados ou fanatismo.

 Dragonball: O Filme

Apresentar uma saga consagrada em outro formato, principalmente no cinema nunca é algo simples e fácil. O Senhor dos Anéis era considerado impossível de ser adaptado ao cinema, mas os campos verdes da Nova Zelândia se tornaram os campos verdes da Terra-média pelas mãos de  Peter Jackson. Então, por que não adaptar Dragonball para o cinema também? Entretanto, como levar DB ao cinema sem que parece uma história infantil?

Com um diretor desconhecido do grande público, mas com experiência em filmes que usam efeitos especiais e um orçamento de 100 milhões de dólares e atores muito dispostos a darem o melhor de si, começaram as filmagens de Dragonball The Movie. Ainda receberíamos as notícias de que a empresa responsável pelas lutas de Matrix e da Trilogia Bourne, a 87eleven, trabalhariam no filme, bem como a Hybride que produziu o show de efeitos visuais vistos em 300. E Brian Tyler, o homem por trás do revival da trilha sonora de Rambo 4 também trabalhará como compositor.

Animais antropomórficos falantes, dinossauros vivos, pessoas com três olhos ou sem nariz, deuses extraterrestres e todo o tipo de maluquices que Akira Toriyama criou não poderiam ser simplesmente deixadas de lado sem explicação, mas foram. O mundo incrível de Toriyama precisaria ser simplificado ao máximo para caber na tela grande. Mas a que preço?

O que fazer? Um mundo onde não existe EUA, Japão ou Brasil, como Toriyama havia feito, mas que precisa se torna tão real para nós o quanto possível, teria que nos fazer acreditar que aquilo existe e perceber que é um mundo de aventuras fantásticas e histórias incríveis, mas que é desconhecido para a população geral. Tarefa difícil e ingrata.

Roteirizar algo tão confuso e caótico, ao mesmo tempo brilhante e quase perfeito, não é tarefa para qualquer um. Se um bom roteiro foi produzido ou uma blasfêmia a Kami-samma, apenas em abril de 2009 saberemos. Todavia, podemos perceber pelo pouco que foi mostrado que a saga de Toriyama chegará ao cinema com uma roupagem nova, entretanto ainda contará com parte do conteúdo fantástico que caracteriza Dragon Ball.

Goku parece continuar ingênuo, Bulma ainda parece loucamente inteligente, Mestre Kame ainda parece um sábio pervertido e Piccolo ainda é mal. Embora o casting seja de ilustres desconhecidos, encabeçados pelo mestre Chow Yun-Fat e James Marsters está fazendo em o seu trabalho e promete seriedade tanto no trabalho quanto à trama. E falando de trama, numa era pós-Homem aranha, é inaceitável que um filme de super-herói/fantasia seja colorido e infantil, seriedade é obrigatório, o fracasso de Speed Racer confirma isso. Também não podemos nos ater apenas à trama e esquecer das lutas como aconteceu em 2003 com Hulk. Mas nesse quesito, pelo que foi apresentado, não haverá muitos problemas, já que as lutas parecem ser muito bem coreografadas e  executadas.

 E agora que adentramos na Era pós-Cavaleiro das Trevas, um filme sem boas adaptações está fora de cogitação. O original pode ser um incrível material de inspiração, mas não pode sobrepujar as regras e alternativas do mundo real, do cinema. Não contar origens funcionou com Coringa, será que funcionaria com Piccolo, por exemplo? Colocar cada personagem numa trama e não apenas Goku, poderia ser viável?

                Bom ou ruim, Dragon Ball O Filme está aí e logo será uma realidade plena com seus acertos e erros. Ainda é cedo para arriscar a dar palpites sobre a qualidade do filme, contudo, com certeza, Dragon Ball está dando mais um passo para reconquistar a liderança das sagas japonesas no mundo, se um passo para frente ou para trás, só saberemos em abril de 2009.

Atualizações: O orçamento real do filme foi de 25 milhões, apenas. Os erros que citei que o filme não deveria cometar foram os que ele acabou cometendo.

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