Imagens da Semana 19: E se os games fossem brasileiros?


Por: Dr. M. Barreto

As Imagens da Semana voltam com tudo em cima ao estilo que a consagrou: O “E se…”, dos quais fazem parte Power Rangers Let’s Rock e Heróis na Idade Média.

Hoje, temos várias imagens de como seriam os games brasileiros:

Call of Duty: Cabras da Peste. Estrelando Lampião e Maria Bonita, sendo ambientado no sertão nordestino.

Call of duty Brasil

Do Sul tchê, teremos um novo capítulo de Assassin’s Creed: Revolução Farroupilha.

Assassins creed brasil revolução arroupilha

Pro Evolution Bocha, um game tipicamente brasileiro. Grátis um DLC para baixar pela PSN: mini-game de bolas de gude.

Pro Evolution Brasil Bocha

Este pode não ser um brasileiro nato, mas foi abraçado por toda a nação como seu ícone: Seu Madruga. E do grande Don Ramón, não temos apenas um, mas dois jogos!

GTA – Grand Theft Auto 5: Tripa Seca. De aviazinho até o vilão que enfrentou o Chapolin Colorado!

Tripa Seca GTA 5 Brasil

God of Vila! “Ele irá pagar o aluguel… com sangue” seria a frase dos posters.

kratos seu madruga

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Robocop de José Padilha: Remake já tem ator para ser Alex Murphy


joel kinnaman robocop

Por: Dr. M. Barreto (@morfeubarreto)

José Padilha (Tropa de Elite 1 e 2) está na cadeira de diretor do remake de Robocop e a expectativa por um grande filme só aumentam.

Robocop é um grande clássico, tendo mostrado uma grau de violência muito acima dos padrões da época, bem como um tema inovador e critica político-social evidente.

Para o lugar que foi de Peter Weller, foi escalado o ator Joel Kinnaman (The Killing). Ele terá que dar a vida a Alex Murphy, o policial durão que é revivido como um cyborg.

A questão de homem x máquina não foi deixada de lado, porém foi apenas pincelada, contudo no remake, Padilha já revelou que pretende aprofundar nesta questão. De acordo com o próprio:

“Vocês se lembram de quando Murphy é baleado e a cena corta para ele já transformado em Robocop? Eu vou abordar esse tempo entre ele sendo ferido e voltando à realidade. Como foi feito o RoboCop? Como você transforma um homem em robô? Como você programa um cérebro? Como isso afeta um indivíduo? Todas essas perguntas e suas respostas estarão no filme”

O roteiro tem as mãos de Nick Schenk (Gran Torino). Ainda não há informações de data de lançamento ou inicio de produção.

Robocop de Elite José Padilha

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Tropa de Elite 2 é escolhido como representante nacional no Oscar 2012


Tropa de elite 2 no oscar

Por: M. Barreto

Uma boa notícia, embora óbvia, para os cinéfilos nacionais: Tropa de Elite 2 foi escolhido para representar o Brasil no Oscar 2012.

Tropa de Elite 2: O inimigo agora é outro” é o maior sucesso de bilheteria dentre os filmes nacionais arrecadando incríveis 104 milhões de reais, sendo seu custo de 12 milhões.

No primeiro filme, conhecemos o líder do BOPE (Batalhão de Operações Policiais Especiais), Capitão Nascimento (Wagner Moura) em sua jornada de sucessão, encontrando o necessário em dois aspiras: O coração em André Mathias (André Ramiro) e a tenacidade em Neto (Caio Junqueira).  Após a morte de Neto, Mathias acaba por incorporar suas habilidades e se tornar o sucessor ideal para Nascimento que enfim pode descansar junto a sua esposa e seu filho por nascer. Este foi um sucesso de público, críticas e bilheteria, porém neste quesito perdeu muito pois a pirataria precoce (2 meses antes) diminuiu drasticamente os ganhos.

Coronel Nascimento

Já em Tropa de Elite 2, soubemos que após a saída de Nascimento, ele teve que retornar como Coronel, tendo sua esposa o deixado para viver com professor pacifista Fraga (Irandhir Santos). Numa operação no presídio de Bangu 1, Capitão Mathias se precipita ao matar um preso e destrói a sua carreira e a de seu Coronel. No entanto, Nascimento sai na mídia como herói e se torna subsecretário de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro. Em alguns anos, Coronel Nascimento de terno e gravata torna o BOPE uma máquina de guerra, suprimindo o tráfico das favelas. No entanto, os bandidos conseguiram alternativas nos “gatos” e os policiais corruptos começaram a beber desta fonte diretamente.

Coronel Nascimento então percebe a escalada da bandidagem, com o surgimento das milícias, enraizadas em populismo e políticas assistencialistas inescrupulosas, uma máfia aparentemente imbatível.

O Filme segue uma clássica fórmula de se mostrar uma determinada trajetória de herói, (semelhante a de God Of War 2 e 3, no qual o herói todo poderoso cai para traçar uma nova trajetória e se tornar ainda mais poderoso do que antes): No inicio, Coronel Nascimento está em seu ponto de equilíbrio, do qual cai após Bangu 1, e então passa anos até conseguir uma nova posição, mais estratégica para ajudar o sistema, enquanto seu filho adora Fraga e o odeia, seu melhor amigo, André, lhe é rancoroso e a criminalidade começa a aumentar novamente. No entanto, ele acaba percebendo que o sistema é pura corrupção e agora somente ele está em posição de derrotar essa ameaça.

Trailer

TE2 catapultou a carreira de Wagner Moura, que após seu magistral Coronel Nascimento, tornou-se o vilão do longa hollywoodiano Elysium e de José Padilha que dirigirá o remake de Robocop.

A decisão do Ministério da Cultura foi unanime em levar Tropa 2 ao Oscar, vencendo outros longas como Bruna Surfistinha (ou A p&%# que se deu bem), As mães de Chico Xavier (ou As tias de Charles Xavier) e Assalto ao Banco Central (ou Roubando com estilo).

Agora só espero que Academia de Cinema premie adequadamente Elite Squad 2 e não faça como Central do Brasil (perdeu honrosamente para A Vida é Bela de Roberto Benigni, mas Fernanda “magnânima” Montenegro perdeu para a recém-saída das fraldas Gwyneth Paltrow).

E lembrem-se: Missão dada, parceiro, é missão cumprida!

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The Kira Justice: Nerd e animesongs em versão Rock!


The kira justice poster

Por: M. Barreto

A Banda The Kira Justice, reconhecida por trazer animesongs em versão rock, gravou uma versão da clássica abertura de Os Cavaleiros do Zodíaco, aquela mesma dos velhos tempos da Rede Manchete.

Taxada como infantil pelas vozes das crianças Larissa Tassi e Willian (Não, não era Sandy e Júnior!), a música se revela mais do que nostálgica, um verdadeiro épico.

A felicidade por ver esta música restaurada pelo rock, abriu a possibilidade do Herói X falar destes incríveis 4 jovens que ajudam a manter a chama do #HEROPOWER dos anos 90 acesa.

The Kira Justice começou sua jornada no ano de 2007, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. O quarteto fantástico é composto por amigos: O baterista Rafa, a baixista Alice, e os irmãos Matheus e Sarisa nos vocais.

Em menos de dois anos de estrada a banda já possuía reconhecimento e projeção nacional. The Kira Justice ganhou os palcos de vários festivais, se apresentando em várias cidades brasileiras e até no Anime Friends, além de ter tocado com a banda japonesa Monoral, foi alvo de matérias em revistas (Como NeoTokyo) e na TV.

No repertório, músicas de aberturas de animes como Pokémon, Cavaleiros do Zodíaco, Digimon, Dragon Ball, além de outros clássicos nerds como Chaves, Os Simpsons e Star Wars (Eles tem uma versão da Marcha Imperial, perfeita!). As composições da banda são todas inspiradas nos clássicos dos anos 80 e 90 da TV, com uma dose de Rock, ou seja, são nerds roqueiros que cresceram e apareceram!

Conheça as canções da Banda The Kira Justice, que são distribuídas gratuitamente na internet.

Outras músicas da banda

Pokemon Theme- Abertura da Record

Digimon Adventures Theme– Abertura da Globo (sim, a mesma da Angélica!)

Dragon Ball Z – Tema da fase de Majim Boo (We Gotta Power)

Como eu disse anteriormente, esses são jovens que buscaram seus sonhos e conseguiram. É uma jornada árdua, cheia de obstáculos, decepções e inseguranças. Mas a verdadeira vitória chega para aqueles que perseveram, sem nunca olhar para trás. Uma batalha que se trava um dia de cada vez, todos os dias. Parabéns The Kira Justice.

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Carolina Munhoz escritora de “A Fada”: Do que os bons escritores são feitos?


A Fada de Carolina Munhoz

Quando penso em literatura nacional, sempre me vem a mente aqueles livros de cem anos atrás, com um português rebuscado e arcaico, com histórias melodramáticas. Contudo, um homem conseguiu transcender os limites da comunicação e conseguiu provar que a literatura nacional pode ser gostosa de se apreciar, tornou-se famoso até mundialmente . Seu nome é Paulo Coelho. Como todo bom coelho, ele deixou muitos herdeiros por aí, filhos de sua genialidade e uma delas é Carolina Munhoz.

Essa menina paulista, conseguiu não somente lançar seu livro A Fada, como também angariar críticas positivas de muita gente conceituada no ramo literário.

Uma história repleta de magia e espiritualidade. Candidata a seguir os passos de Alexandra Ardonetto e Cassandra Clare” – Revista Época

Agora, quem conhece o Herói X e sabe que não jogamos conversa fora deve estar se perguntando: Por que o Dr. Barreto está falando dessa jovem escritora?

Bem, isso tem a ver com o motivo principal do Herói X existir: Ajudar vocês a se transformarem em heróis, mostrando o exemplo de quem conseguiu. Como Carolina Munhóz fez.

Carolina trabalhou muito para melhorar o dom de escrever que possuía, aprendeu com os grandes (J.K. Rowling, Paulo Coelho, Dan Brown, entre outros), almejou estar juntos deles, lutou para escrever e lançar seu livro, batalhou para divulgá-lo e agora colhe os merecidos frutos de sua jornada.

Uma jovem garota nerd de 22 anos, chocólatra, viciada em Harry Potter (incrivelmente, mais até do que eu), aparentemente normal, aparentemente comum, porém ela conseguiu florescer dentro de si a força para alcançar os seus sonhos. Viajou o mundo a trabalho, conseguiu conhecer os atores de HP, conheceu seu ídolo Paulo Coelho, concluiu a faculdade de jornalismo e no meio de tudo isso ainda conseguiu escrever um bom livro.

Alguns jovens ganham presentes caros, passagens aéreas ou festas surpresas em seus aniversários de 18 anos. Melanie Aine (Mel) ganhou o falecimento do pai, uma estranha tatuagem e a descoberta de que não era um ser humano.

Melanie ainda descobriu por detrás da enevoada e mística cidade de Londres um mundo fantástico que até poderia ignorar, se não descobrisse ser parte importante dele. Um legado que traz com ele diversas tragédias e problemas pessoais que ela não espera se adaptar, mas não sabe se terá opção.

A única parte recompensadora parece ser seu encontro com um homem misterioso, oriundo de uma família bruxa poderosa, cuja relação caminha em uma linha tênue entre afeto e fúria.

Dentre muitos feitiços, lutas, criaturas mágicas e eventos sobrenaturais, “A Fada” é uma história de descobertas e superações, sobre como o amor pode fazer várias pessoas redescobrirem a vida e a magia nela.

A Fada será relançada agora na Bienal do livro deste ano, no sábado dia 03, por uma nova editora: A Novo Século, elevando o trabalho dela a um patamar mais alto.

Carolina Munhóz, Fábio Yabu, Eduardo Spohr e tantos outros jovens escritores estão se saindo muito bem e mostrando ao Brasil e ao mundo que o brasileiro também sabe escrever e emocionar com as palavras. Aspirantes a escritores perdidos pelo mundo, não se escondam atrás de fanfics, façam seu próprio caminho e tornem-se os heróis da geração do amanhã.

Carolina Munhoz A Fada real

Carolina Munhóz (Foto por Leandro Bergamo)

Encontre mais informações sobre Carolina Munhóz aqui.

ATUALIZAÇÃO

Compre A Fada aqui e/ou o novo livro O Inverno das Fadas.

Nota (pessoal) do editor: Não poderia deixar de prestigiar a Carolina Munhóz, quando está tão perto da segunda fase de sua jornada. Parabéns!

Por: Dr. M. Barreto

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